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日志


Principais escritores e obras da primeira geração de modernistas.

 
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MÁRIO DE ANDRADE
 
Professor, crítico, poeta, contista, romancista e músico, formou-se
pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, passando a
lecionar neste mesmo local posteriormente.   
Escreveu em diversos jornais, trabalhou como fincionário público
e fundou museus, bibliotecas, discotecas.
De 1934 a 1937 dirigiu o Departamento de Cultura da prefeitura de
São Paulo. Demitido, viveu temporariamente no Rio de Janeiro
como professor de estética na Universidade do Distrito Federal.
Foi um dos mais importantes organizadores
 da Semana de Arte Moderna, e o principal líder do Modernismo.
Mário de Andrade é autor de uma obra atravessada de arte e de
cultura popular, espécie de mapeamento poético-cultural-
ideológico,lingüístico do Brasil, no qual se distinguem, na poesia,
Paulicèia Desvairada-primeira obra de poesia modernista no Brasil
e matriz de muitos processos poéticos do Movimento-
e na prosa, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter-
rapsódia caracterizada pela mistura de ritmos e de gêneros.
Amar, verbo intransitivos - romance idílico, que conta a história de
 Fräulein,uma governanta alemã que ensina o amor para jovens
de família rica iniciando-os sexualmente  e
Contos novos - publicação póstuma  onde conta episódios
da infância, da juventude e da maturidade
do narrador-personagem.
Na categoria ensaio ou manifesto, o Prefácio interessantíssimo e
A escreva que não  é Isaura, defendem as primeiras teorias
modernistas.
 
OBRAS: -
Poesias: Há uma gota de snague em cada poema; Paulicéia Desvairada
Losango cáqui; Clã do jabuti; Remate de males; Poesias; Lira paulistana;
O carro da miséria.
Contos: Primeiro Andar; Belazarte; Contos novos.
Romance: Amar, verbo intransitivo.
Crônicas: Os filhos da Candinha
Ensaios: A escrava que não é Isaura; O Aleijadinho e Alvares de Azevedo;
O baile das quatro artes; Aspectos da literatura brasileira;
O empalhador de passarinhos; O banquete etc.
 
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Mário de Andrade
 
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FONTES: Google, livros de Arte, e:

  • BOSI, Alfredo, O Pre-Modernismo, 5ª ed. São Paulo, Cultrix/
  • BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo brasileiro: antecedentes da Semana de Arte Moderna,
  • 3ª ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira/MEC, 1971.
  • CASTELO, José Aderaldo. P movimento academicista no Brasil:
 

A PRIMEIRA GERAÇÂDE MODERNISTAS

 

 

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A PRIMEIRA GERAÇÃO DE MODERNISTAS

1922 – 1930

 

A geração de modernistas de 22 – heróica, guerreira e combativa –

tem como objetivo principal a destruição de todo academicismo, o “da casa”

ao que era importado da Europa, representado  sobretudo pelos modelos românticos,

realistas e parnasianos.

Assim, a métrica, a rima, a linguagem de dicionário, a linearidade do discurso –

com começo, meio e fim-, o sentimentalismo romântico e, também,

a precisão no detalhe dos naturalistas tornam-se objeto de uma postura negadora,

destrutiva, de recusa coletiva.

Nesse movimento, percebe-se com nitidez a influência das vanguardas artísticas

européias, defenddo o versilibrismo, as “palavras em liberdade”,

associadas por analogia, em vez dos recursos sintáticos tradicionais;

a preferência pelos substantivos e verbos, em detrimento dos adjetivos e advérbios;

o bom humor, a piada e a ironia corrosiva, que brotam de uma concepção artística

radicalmente revolucionária.

 

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA PRIMEIRA GERAÇÃO MODERNISTA

(a fase heróica e guerreira do nosso modernismo)

 

  • Pluralidade de linguagens e perspectivas.
  • Irracionalismo: negação do racionalismo burguês.
  • Influência das vanguardas européias.

 

PRINCIPAIS CONQUISTAS DA PRIMEIRA GERAÇÃO  MODERNISTA

 

  • Verso livre.
  • Associação mais analógica que lógica entre as palavras.
  • Preferência por substantivos e verbos, em vez de adjetivos e advérbios.
  • Blague, (poema-piada), bom humor, ironia.
  • Mistura entre prosa e poesia.
  • Utilização da linguagem coloquial.
  • Temáticas tradicionalmente consideradas não-poéticas etc.

 

AS SUBCORRENTES DA PRIMEIRA GERAÇÃO MODERNISTA

 

Denominam-se Pau-Brasil -1924 – e Antropofagia – 1928 –

as principais subcorrentes de nossa primeira geração modernista,

em sua vertente de nacionalismo crítico.

A poesia Pau-Brasil reúne os nomes de Osvald de Andrade e Tarcila do Amaral,

pintora que chega da Europa logo após a Semana de Arte Moderna,

aderindo por completo ao Modernismo e ilustrando os poemas da fase Pau-Brasil

de Osvald de Andrade.

O Movimento de Antropofagia, que aprofunda a amplia as propostas já presentes

em Pau-Brasil, conta com um grupo maior, que se agrega a Osvald de Andrade

e a Tarcila do Amaral, autora de um quadro inspirador das idéias antropofágicas,

o Abaporu  (aba= homem; poru= que come).

Aquela figura monstruosa, com pés enormes plantados no chão brasileiro,

onde também há um cacto, sugeriu a Osvald a idéia da terra, do homem nativo,

 selvagem, antropófago...

A expressão “antropofagia”, que literalmente significa “comer carne humana”,

e se refere a uma prática dos rituais indígenas, transforma-se em metáfora

da devoração simbólica das influências européias defendidas por Osvald de Andrade.

A essas correntes se opõem o Verde-amarelismo – 1925 – 1926 –

e o Grupo da Anta – 1926 – 1929 -,

que defendem um nacionalismo ufanista, exaltando o primitivismo e a ingenuidade

 da “mãe-pátria” e mantendo uma postura conservadora, direitista.

Daí a proximidade entre seus adeptos e o nazi-fascismo brasileiro , o Integralismo.

As obras mais expressivas dos representantes desse grupo são poemas patrióticos,

 de tendência ufanista, apresentando um nacionalismo estético e pitoresco.

Alguns representantes destes dois grupos: Plínio Salgado ( A marcha para o Oeste),

Cassiano Ricardo ( Martim-Cererê e Vamos caçar papagaios),

 Menotti del Picchia ( Juca Mulato) e Guilherme de Almeida  (Raça).

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- Tarsila pintou um quadro para dar de presente para o escritor Oswald de Andrade, seu marido na época.

Quando viu a tela, assustou-se e chamou seu amigo, o também escritor Raul Bopp.

Ficaram olhando aquela figura estranha e acharam que ela representava algo de excepcional.

Tarsila lembrou-se então de seu dicionário tupi-guarani e batizaram o quadro como Abaporu

 (o homem que come).

Foi aí que Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico,

com a intenção de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro.

Este Movimento, apesar de radical, foi muito importante para a arte brasileira e significou

 uma síntese do Movimento Modernista Brasileiro, que queria modernizar a nossa cultura,

 mas de um modo bem brasileiro.

O "Abaporu" foi a tela mais cara vendida até hoje no Brasil, alcançando o valor de US$1.500.00.

Foi comprada pelo colecionador argentino Eduardo Costantini.

 

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FONTES: Google, livros de Arte e:

  • BOSI, Alfredo, O Pre-Modernismo, 5ª ed. São Paulo, Cultrix/
  • BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo brasileiro: antecedentes da Semana de Arte Moderna,
  • 3ª ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira/MEC, 1971.
  • CASTELO, José Aderaldo. P movimento academicista no Brasil:
  •  1641 – 1820/22. São Paulo, Conselho estadual de Cultura, 1971.

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Marcelle Barreto

 

 

O MODERNISMO

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MULATA- Di Cavalcanti
 

O Modernismo

INTRODUÇÃO

O modernismo é uma corrente artística que surgiu na última década

do século XIX, como resposta às conseqüências da industrialização,

 revalorizando a arte e sua forma de realização: manual.

O nome deste movimento deve-se à loja que o alemão Samuel Bing

abriu em Paris no ano de 1895: Art Nouveau.

No resto da Europa difundiram-se diferentes traduções:

Modernismo, na Espanha; Jugendstil, na Alemanha; Secessão, na Áustria;

e Modern Style, na Inglaterra e Escócia.
Com características próprias em cada um desses países,

foram as primeiras exposições internacionais organizadas nas capitais

 européias que contribuíram para forjar uma certa homogeneidade estilística.

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A arquitetura modernista se caracterizou pela estrita coerência

entre as formas sinuosas das fachadas e a ondulante decoração dos interiores.

Adotou-se a chamada construção honesta,

que permitia vislumbrar vigas e estruturas de ferro combinadas com cristal.

 Dentro da arquitetura modernista existiram duas tendências:

as formas sinuosas e orgânicas, de um lado,

e as geométricas e abstratas, precursoras da futura arquitetura

 racionalista, de outro.

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VIDA- Gustav Climt

PINTURA

A pintura modernista misturou as delicadas e elegantes formas do gótico

 com o simbolismo romântico de dois grupos importantes

da Europa do século XIX:

os pré-rafaelistas ingleses Millais, Rossetti, Hunt e Brown

e os nazarenos alemães Overbeck, Pforr e Cornelius.

O resultado foi uma pintura de um erotismo e uma naturalidade surpreendentes.

A idealização da mulher manifestou-se em figuras meio ninfas e meio anjos;

 corpos etéreos e pele translúcida.

A natureza assumiu a forma de bosques aquáticos,

com plantas de ramos ondulados e longos,

mimetizados com os arabescos dourados e os frisos decorativos.

Entre os representantes mais significativos da pintura

do movimento art-nouveau destacou-se Gustav Klimt,

cuja obra inicialmente produziu grande agitação nas exposições

da secessão austríaca.

 No entanto, seu ousado erotismo transformou-se em pouco tempo

 no paradigma indiscutível da pintura modernista.

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A escultura modernista permaneceu estreitamente ligada

à arquitetura e teve, antes de tudo, uma função decorativa.

A criação tridimensional foi representada, melhor ainda do que pela escultura,

pelos objetos de uso diário, produzidos com materiais nobres,

com um desenho que os elevava à categoria de obras de arte.

 O modernismo implicou uma revalorização do artesão e,

por conseguinte, dos produtos feitos à mão, em oposição aos industrializados.

Outra das grandes criações da corrente modernista

foi a arte gráfica publicitária, que se iniciou com os cartazes.

 Coloridos e artísticos, cobriam os muros das cidades,

tentando convencer os cidadãos da qualidade de determinados produtos

ou da grandeza de certos espetáculos

- de exposições a apresentações de teatro e circo.

O primeiro grande artista a se dedicar ao desenho de cartazes

 foi Toulouse-Lautrec, seguido dos mais importantes pintores da época.

Usava-se um grafismo simples, mas elegante,

sendo ao mesmo tempo atraente, de acordo com os padrões estéticos da época.

O cartaz modernista guardava, no desenho, certas semelhanças

com os quadros de Klimt ou com a ornamentação arquitetônica de Gaudí.

 Entre os cartazistas mais importantes,

 Casas, na Espanha, Von Stuck, na Alemanha,

Auchentaler, em Viena, e Mucha, na França.

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Fontes: Pesquisas no google, e em livros de arte

citados nas pesquisas anteriores a esta.

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"Diversidade Colorida versão 2008"

 
 
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O BLOG “DIVERSIDADE COLORIDA” versão 2007

Trará a partir de agora, janeiro de 2008, 

assuntos sobre ARTE em geral.

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AS VANGUARDAS ARTÍSTICAS EUROPÉIAS

E O PRÉ-MODERNISMO

 

A palavra vanguarda é de origem francesa

e foi usada a principio para designar um grupo de saldados

que atua à frente da tropa, com a finalidade de reconhecer o terreno

e informar sobre as condições de avanço.

Em termos artísticos, essa palavra também é utilizada

 para designar aqueles que prevêem e anunciam o futuro,

os novos tempos.

Do início do século XX até a Primeira Guerra Mundial,

a Europa viveu a chamada “Belle Époque”,

época de grande euforia pelo progresso, pela velocidade,

pelas comodidades trazidas pela Era da Máquina.

Nesses anos, as invenções proporcionadas pelo avanço da ciência

eda técnica_ O automóvel, o cinematógrafo as máquinas voadoras,

entre outras_ deflagraram um progresso material espantoso,

beneficiando a burguesia que, embriagada pelo progresso,

criou um verdadeiro culto do conforto e do bem viver.

No entanto essa euforia foi interrompida pela eclosão

das duas grandes guerras mundiais que trouxe a desilusão,

a perplexidade, a falência de idéias decorrente do sofrimento humano,

que caracterizam o período histórico-cultural posterior à Belle Époque.

Em termos artísticos, as vanguardas européias são os movimentos que

procuram expressar as contradições desencadeadas por tantas mudanças,

tantos ganhos e simultaneamente tantas derrotas vividas

na Era da Máquina.

Assim, todas as convenções culturais e artísticas burguesas passaram

a representar o passado, transformando-se em alvo de crítica demolidora,

mordaz e irreverente.

Os museus, as bibliotecas, academias,

e a postura academicista dos artistas

 passaram a ser alvos constantes das vanguardas,

como também as formas fixas como o soneto, a rima e a métrica regulares,

a linguagem dicionarizante e discursiva, por exemplo,

das tendências poéticas do Parnasianismo e do Simbolismo.

Os movimentos de vanguarda iniciados nas artes plásticas,

rapidamente se ampliaram em direção às outras manifestações artísticas,

defendendo a interdependência de suas linguagens,

a integração entre a música, a escultura, a arquitetura,

a literatura e o cinema.

Dentre as estéticas de vanguarda que provocaram uma revolução única

no cenário artístico europeu e mundial,

dando início a Modernidade, destacam-se:

O Futurismo, o Cubismo, o Dadaísmo e o Surrealismo.

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No próximo post vamos conhecer cada um deles,

por suas propostas mais importantes e por seus autores.

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Agradeço a visita,

Marcelle

 

CORES- terceira aula

 
Continuação da aula anterior 
Sobre cores
 
 
 
"Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar.
A coragem contém em si mesma o poder, o gênio e a magia".
 
Goethe
 
 
O ROXO
 
Combinação do vermelho com o azul, o roxo resulta desta mistura para expressar a oposição entre o impulso e a contemplação.
Nobreza e prosperidade são atributos desta cor
extravagante e também conhecida como violeta.
Ela hrmoniza ambientes e estimula a criatividade e é a predileta dos aquarianos.
É a última cor do arco-íris.
Você pode encontrá-la na natureza em vários alimentos.
 
O MARROM
 
 Terracota, pinhão, tijolo, ocre, são as diversas tonalidades
que evocam segurança e solidez pois lembram
a terra fértil que produz alimentos.
Segundo a cromoterapia, os benefícios do marrom
estão relacionados ao processo de estruturação interna
e ao potencial de conscientização destes benefícios.
Os tons de marrons e beges nos dão sentido de chão,
estabilidade e proporcionam um efeito terapeutico.
 
Os tons mais claros do marrom lembram a natureza,
são serenos e estão associados a conforto e estabilidade.
Misturando o amarelo com o preto temos diversos tons de
ocre, a depender de maior ou menor quantidade de uma
e outra cor.
Misturando vermelho e preto, temos os marrons
avermelhados, a depender de maior ou menor quantidade
do preto.
Pintura de uma artista pástica e professora cujo nome não recordo
 
 
 
 
O PRETO
 
Esta cor absorve todas as demais e não reflete nenhuma delas.
Más, quando o assunto é moda e design, quase sempre dá
seu tom sofisticado.
Símbolo de sobriedade, o preto cria contrastes muito
expressivos valorizando principalmente o branco,
sua cor oposta.
 
 
Sendo uma cor singular,o preto precisa do branco para
 ganhar força e se destacar. No mundo de polaridades
em que vivemos,branco e preto se complementam.
"Sombra e luz, recolhimento e abertura,
passividade e energia, Yin e Yang ", sob qualquer
aspecto que se analise, a conclusão é a mesma:
"O contraste entre os dois mundos enfeita e dá sabor ao
nosso dia-a-dia."
 
Quando nas roupas, o preto adquire outras funções:
À noite, em ternos e vestidos realça a beleza e a sensualidade.
Na década de 20 a estilista Coco Chanel lançou o "tubinho preto"
que sempre fez sucesso nas décadas seguintes e
continua até hoje.
 
 
Bibliografia:
* Revista BONS FLUIDOS especial
*Revista RAÇA, edição especial de aniversário
*Reviver nossa Arte-3 e 4
*Viver com Arte, 3 e 4
 
 
Para você que nos visita sempre e nos deixa um recadinho,
nosso amor e carinho
 
 
 

Aula de cores

O PODER DAS CORES
 
 
 
O PODER DAS CORES
 
 
 Já viram um filme antigo, em preto e branco,
totalmente sem cores?
Embora haja efeitos estéticos muito bonitos nas fotografias em preto e branco, as cores tornam o mundo muito mais belo! Elas fazem parte de nossa vida, e não somos capazes de imaginar este mundo sem elas.
Sempre e a cada momento da nossa vida estamos escolhendo alguma coisa na cor que mais apreciamos: Uma roupa, um carro, um sapato, uma bolsa, etc.
Há pessoas que gostam mais das cores quente,
espalhafatosas  e outras que preferem as frias,
suaves e discretas.
Há uma energia incrível que vem das cores e que influenciam a nossa maneira de ser, nossa personalidade
 
 
As cores também têm uma função simbólica muito importante no nosso dia-a-dia. Quando associada a uma determinada idéia, a cor funciona como símbolo.
 
O BRANCO= pureza, paz, alegria, leveza.
É uma das cores preferidas pelos românticos e tem a neutralidade para unir todas as demais cores .
Segundo os chineses, o branco representa a energia Yang, associada ao movimento, à ação e à masculinidade.
 
 
 
O branco simboliza elevação espiritual e não é por acaso a cor das vestes dos supremos sacerdotes, a cor das túnicas do Cristo, a cor das vestes de Gandhi e das bandeiras da paz.
Por guardar todas as cores, o branco expressa uma gama de sensações.
 
 
VERMELHO= perigo, paixão, revolução
Primeira cor do arco-íris e considerado o princípio da vida
suscita a admiração e a reverência.
Na antiguidade, alguns povos fizeram dele um símbolo
de poder. Os cristãos associaram o vermelho ao
nascimento, vigor e à idéia de redenção.
As diversas nuances que essa cor pode assumir
multiplicam seus significados.
O tom mais brilhante é tônico como o sol.
Já o vermelho escuro surge feminino,cheio de mistérios
e por isso mesmosímbolo de sedução e paixão.
Para as filosofias orientais, essa cor á uma das que rege
os chacras (centros de energia do nosso corpo,
reponsáveis por nosso equilíbrio físico, mental
e espiritual.
O vermelho comanda o chacra básico, que fica na base da coluna cervical acima dos órgão reprodutivos,
é sede da enegia vital.
Esta cor acende a vida, aquece, hipnotiza, ilumina e
proporciona vontade de viver.
 
 
 
 
O ROSA, a mais terna e romântica das cores, é a tonalidade
do afeto, do carinho e representa o amor incondicional, a paixão com espiritualidade. É uma das cores do chacra cardíaco,
reina bem no meio do peito.
 Na mitologia, a rosa está ligada a Adônis, que era amado
pela deusa do amor, Afrodite.
 
 
O AMARELO 
Em seus tons mais claros, o amarelo chega muito
próximo ao branco que simboliza Deus.
Vibrante e divino, é uma cor primária de grande
simplicidade, composta de um único raio.
Sinônimo de luz e expansão, está associado ao intelecto.
É uma faixa de tons tão reluzentes que atrai o nosso olhar
logo de primeira.
O pintor holandês Rembrandt, usava o tom mais claro do amarelo para iluminar o ponto que queria chamar
 atenção em sua tela.
Esta cor está ligada ao chacra do plexo solar, o centro de energia localizado perto do estômago.
 
 
 
O LARANJA
Quente e muito intensa, esta é a segunda cor do espectro solar
e está associada ao otimismo e à felicidade de viver.
Os tons laranja- mistura do vermelho com o amarelo- dão a
sensação de bem-estar e disposição, além de estimular
a comunicação e a sociabilidade.
O laranja está associado ao chacra básico, entre o púbis
e o umbigo. Rege os órgãos reprodutivos e a libido.
Também a inspiração artística e a gestação.
 
 
O AZUL
Por que somos tão apaixonados dos esta cor?
Azul-celeste, azul-turquesa, azul royal, Azul índigo.
Essa cor múltipla nos fascina sempre pois é associada
ao céu, a água, a símbolos de elevação espiritual
e emoções refinadas.
Os Egípcios, os persas e mesopotâmicos confeccionavam
seus amuletos e jóias elaboradas, com o aul turquesa.
O turquesa está relacionado a dois chacras, que são
centros de energia do nosso corpo:
 o laríngeo, na garganta( centro da comunicação e da expressão) e o cardíaco no centro do peito.
O azul produz nas pessoas o aumento da sensação de
bem-estar, relaxamento e pensamentos agradáveis.
Combate o estresse e ajuda a clarear as idéias e os
sentimentos, convidando à meditação. 
O primeiro pigmento azul foi desenvolvido no Egito antigo.
É o lápis-lazúli.
 
 
 
O VERDE 
Tons de verde inspiram uma pausa para recuperar a
energia.
Relaxam e, em seguida, renovam os ânimos.
Devemos às plantas o oxigênio que nos mantém vivos.
O poder restaurador do verde dá o sentido de esperança, purificação e abundância. É a cor mais calma que existe.
São muitas as emoções que o verde-água deixa transbordar.
A principal delas é atranquilidade.
Há uma explicação física para isso: a retina encontra
nessa cor um ponto de profunda paz.
 
Bibliografia:Revista Bons Fluidos especial.
Explicando Arte, Jô Oliveira Garcez,
O Mundo da Cor, Núcleo de Artes do desembanco,
Reviver Nossa Arte, vol. 1 e 2
 
Continuaremos no próximo post.
Obrigada pela visita e comentário.
Marcelle Barreto 

CORES

 
 
 
 
 
Na história da arte nota-se uma grande evolução no uso e meios de obter a COR. A principio eram usados  apenas o preto do carvão, o branco do gesso, os tons amarelados, marrons e esverdeados da terra. Com o passar do tempo foram surgindo os roxos, vermelhos, amarelos e azuis, obtidos a partir de estudos e combinações diversas.
A evolução das cores gerou a necessidade de um desenvolvimento dos suportes para a pintura.
Após pintar paredes rochosas das cavernas, o homem passou a pintar peles de animais, placas de madeira, telas e papeis diversos.
 
" A cor é um fenômeno físico. É meio difícil de acreditar, mas a cor não existe em si, de forma independente da luz. Ela é gerada pela LUZ."
 
 
 
Isaac Newton explicou que a luz do sol (ou luz artificial ), embora pareça transparente ou branca, quando atravessa um prisma de cristal ou vidro se decompõe em sete cores: o espectro solar. É o mesmo que acontece quando observamos um arco-íris.
O efeito contrário é obtido quando observamos um círculo com as sete cores girando rapidamente: desaparecem as cores e surge o branco.
 
A riquea das cores reside em nossos olhos.
Ao abri-los deixando a luz penetrar nossa retina, percebemos os efeitos maravilhosos do colorido da natureza.
 
 
A ciência estuda a cor em três disciplinas:
Física
Quimica
Fisiologia
 
Na física são estudadas as cores-luz, na quimica as cores pigmentos ou cores tinta e na fisiologia as cores produzidas por radiações eletromagnéticas vindas diretamente de ums fonte de energia - 0 sol- uma lâmpada elétrica ou uma vela.
 
 
Faça esta experiência:
fixe  bem seus olhos nesta bandeira e conte até vinte.
Olhe para um espaço branco e vc verá as cores complementares.
 
 
 
 
As cores se organizam conforme sua relação com três cores  chamadas primárias: VERMELHO, AZUL e AMARELO.
Observe o círculo das cores acima e note que destas 3 cores primárias  resultam  mais outras 3 cores, chamadas secundárias:
O verde, o laranja e o roxo.
Entre si elas se complementam por oposição. Cada cor primária tem a sua cor complementar.
 
 
As experiências em cores são muito importantes para comprovarmos tudo isso.
*Quando olhamos fixamente para algo vermelho, por trinta segundos,  ao fecharmos os olhos ou olharmos para um espaço branco, veremos o verde.
*A cor complementar do verde é o vermelho. Se olharmos fixamente o verde por trinta segundos, quando fecharmos os olhos ou olharmos um espaço branco, veremos o vermelho.
Complementares são cores que se atraem e se valorizam mutuamente, modificando a percepção que temos delas.
Assim, quando colocadas lado a lado, alcançam efeitos de luminosodade máxima.
 
 
Quando misturadas, as cores complementares produzem o cinza
 neutro.
 
Por hoje é só, continuaremos sobre cores no próximo post. espero que gostem e aprendam pois esse é o objetivo.
 
 
Em nome dos meus 228 alunos, agradeço a sua visita .
Um beijo,
Maria Célia (Marcelle)
 
 
 

MOSAICO

 
 
A palavra vem de "mosaicon"que significa "musa", traduzida como "paciência das musas" por alguns estudiosos, é uma arte que teve orígem nas antigas civilizações como : EGITO e MESOPOTÂMIA.
O "Estandarte de Ur", 3.500 a.c., é considerado o mais antigo mosaico encontrado na Suméria ( antiga Mesopotâmia) atual Iraque. É composto de painéis retangulares, feitos de mármore, arenito vermelho e conchas.
O tema trabalhado numa das duas faces foi a guerra e mostra o rei e seus escudeiros. A outra face mostra cenas da vida doméstica de um dos reis.
 
 
Na sua caminhada até nós o mosaico foi adquirindo refinamentos
a depender da região. Em Roma, esta arte espalhou-se pelos templos, teatros, estabelecimentos públicos, lojas, mercados, etc. Os materiais utilizados eram o mármore oriundos de regiões longínquas, como Africa.
O vidro foi muito usado no período Helênico, pelos bizantinos na decoração de paredes.
 
Essa técnica é ensinada nas escolas como colagem-mosaico, usando pedacinhos de papel colorido sobre uma superfície qualquer.
 
COMO FAZER:
 
 
Técnica aplicada em diferentes suportes diferentes
 
 
Um mosaico feito por aluno
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Tecidos, roupas e padronagens

 
 
 
Segundo Maureen Bisiliat, num artigo para a Revista África, SENAC/S.Paulo,
O tema VESTUÁRIO " não constitui um fator externo à noção de pessoa  mas,
ao contrário é elemento fundamentalmente ligado a ela
 inclusive como imagem da mesma.
Ou de que o vestuário liga-se ao fenômeno da transformação
 do natural em social (do algodão ao tecido),
 à progressão da personalidade profunda devido aos processos
de socialização (vestes iniciáticas) ou ao exercício de papéis sociais,
inclusive aqueles de natureza política (roupas de mandatários e outros notáveis),
e da morte, ao longo dos rítos funerários.
 (vestimenta dos mortos segundo sua posição social).
 
 
"Tudo é inspirado na moda tradicional como também na européia.
 Atualmente há uma adaptação.
Além do mais, quase todos os países africanos  estão representados
na Costa do Marfim.
 Por causa disso a moda evolui rapidamente, como nos estados Unidos."
Traoré Tidiane
 
 
Na Costa do marfim cada região cultiva uma tradição diferente:
Ao Norte - destaca-se a tecelagem senufo e diula e a pintura sobre tecido senufo;
no Sul o tingimento de tecidos na periferia dos bairros de Abidjan;
no Leste a técnica kulango;
no Oeste a tecelagem Dan e Tura,
e no Centro a tecelagem Baulê e o tingimento na cidade de Buakê.
 
 
Atualmente o povo Baulê é considerado o mais hábil na tecelagem
e tingimento com fibras de algodão.
 É aí que os estilistas encontram material artesanal para sua criação.
O universo de desenhos, motivos estampas e técnicas de tecelagem
e tingimento resulta em uma criação ímpar que traduz
a dimensão da inspiração e criatividade no mundo da vestimenta
 e idumentária do Continente Africano.
 
 
No mundo da moda o nome de destaque é Angybell
que fabrica seus próprios tecidos em seu atelier,
 inspirados nos costumes e hábitos locais.
 
Angybel está no mundo da moda há mais de vinte anos,
 trabalha muito e sempre de bom humor
Talentosa, sua inspiração ultrapassa o simples prazer.
 

Embasamento teórico:

  "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele,
por sua origem ou ainda por sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender;
e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."
NELSON MANDELA
 
 
"  A  educação em Arte propicia o desenvolvimento
do pensamento artístico, que caracteriza um mundo particular
de dar sentido às experiências das pessoas.
 Por meio dele, o aluno amplia a sensibilidade e a percepção,
a reflexão e a imaginação.
 Aprender arte envolve basicamente, fazer trabalhos artísticos,
 apreciar e refletir sobre eles.
Envolve também conhecer, apreciar e refletir
sobre as formas da natureza e sobre as produções artísticas
 individuais e coletivas de distintas culturas e épocas". (PCN-ARTE)
 
 
A arte-educação é uma área do conhecimento
que prepara o aluno para uma livre expressão criadora
possibilitando o seu relacionamento com outras disciplinas,
 exercitando continuamente sua imaginação,
tornando-o mais capaz na construção de textos
e mais hábil para desenvolver estratégias pessoais
na resolução de problemas.
Ao conhecer a arte de outros povos,
o aluno compreenderá como eles agiam e pensavam
de formas diferentes e fazer a comparação entre valores estéticos
 e a diversidade da imaginação humana.
 
Os Girassóis
Van Gogh
 
"A Arte solicita a visão, a escuta e os demais sentidos
como portas abertas para a entrada de uma compreensão
mais significativadas questões sociais..."
PCN/ARTEA
Arte está presente na sociedade em profissões que são
exercidas em diferentes ramos de atividades.
O conhecimento em Arte é necessário no mundo do trabalho
e faz parte do desenvolvimento dos cidadãos.
 Ele abre caminhos e enrriquece a mente fazendo
com que o aluno tenha uma compreensão política do mundo.
 
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Agradecemos a sua visita e pedimos que deixem um recadinho para nós.
 

Os orixás

 
 
 
 
OMOLU: O mais temido dos orixás, é o rei da terra. Senhor da peste,
 das doenças da pele e, atualmente da aids. 
É o médico dos pobres Tímido e vingativo.
Veste-se de vermelho, branco e preto e cobre-se com palhas.
Usa o xaxará (feixe de palhas e bÙzios. Reina nas segundas-feiras
EXU: Mensageiro dos orixás, intermediário entre os homen
e os deuses, guardião das vias de acesso: estradas, caminhos e
encruzilhadas. Atrevido e malicioso. Veste-se de vermelho e preto.
 Usa o ogó (bastão adornado com cabaças e búzios) e um tridente.
OGUM: Deus da guerra, do fogo, da agricultura.
 É o patrono das artes manuais. Simples e obstinado.
Reina nas terças-feiras.
sua cor é azul.
OXUMA : Deus do raio e do trovão. Simboliza o arco-íris.
 É ao mesmo tempo de natureza feminina e masculina.
Paciente e perceverante.Veste-se de verde claro branco e amarelo.
Usa uma cobra de metal. Reina nas terças-feiras
NANÃ: Orixá que personaliza a chuva, deusa dos pântanos e
a mais velha das mães-d´água.Equilibrada e pertinente.
 Veste-se de azul e branco, usa o ibiri(cetro de palha e búzios).
Reina nas terças-feiras.
XAN: Deus do fogo, do Trovão e dos astros. Preside a justiça.
Forte, ágil e sensual. Veste-se de branco e vermelho.
Usa uma coroa de latão e o oxè(machado com lâmina dupla).
 Reina nas quartas -feiras.
YANSÃ: Deusa dos ventos e das tempestades. é a senhora
dos raios e da alma dos mortos. Temperamentel e autoritária.
Vaste-se de vermelho ou coral. Usa uma adaga e um rabo de cavalo
representando a realeza. Reina nas quartas-feiras.
OXOSSI: Deus da caça, protetor da fauna e da flora e patrono
do candomblé brasileiro. Esperto e alerta. Veste-se de verde e azul-claro.
Usa um chapéu de couro e nas mãos o iruquerê (rabo de boi).
Reina nas quintas-feiras.
OSSAIM: Orixá das folhagens  e ervas medicinais. Instável e emotivo.
Veste-se de verde e branco. Usa uma lança cuja ponta central é um pássaro.
 Reina nas quintas-feiras.
OXALÀ: Deus da criação. Pai de todos os orixás, patrono da fecundidade.
Sábio e austero. Veste-se de branco. Usa um abebê( leque) de prata e um
 cajado de alumínio com adornos.Reina nas sextas-feiras.
IEMANJÁ: Rainha dos mares e oceanos.  É a mãe de todos os orixás.
 Maternal e silenciosa. Veste-se de branco e azul. Usa espada e abebê
(leque cujo centro tem uma estrela). Reina nos sábados.
Iemanjá é o orixá mais popular do Brasil, a deusa mais festejada,
a mais amada. Reverenciar Iemanjá é ter certeza de possuir uma
mãe protetora, sempre atenta aos passos de seus filhos.
 
Só mesmo Dorival Cayme , um dos obás de Xangô do Axé Opô Afonjá,
pode traduzir com tanta beleza os mistérios do mar e ainda o carinho
dos pescadores por sua protetora:
 
É doce morrer no mar,
Nas ondas verdes do mar.
.......................................
Quem vem pra beira do mar
Nunca mais quer voltar
.......................................
O pescador tem dois amor,
Um bem na terra,
Um bem no mar.
.....................................
No dia dois de fevereiro,
Dia de festa no mar,
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
 
 
 
Agradeço a visita de todos que por aqui passam
e deixam sua opinião sobre o assunto.
 
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Iemanjá divide com Oxum o domínio sobre a maternidade,
 mas ela nã0 é a mãe das crianças, mas dos jovens e adultos
que formaram personalidade e individualidade.
Sua função é maternidade como orientadora.
 
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Pesqusas feitas na net e em algumas revistas como:
 
ORIXÁS e as maravilhosas histórias dos deuses africanos,
Almanachs- uma publicação do movimento Brasil de turismo e cultura.
CENTRO HISTÓRICO DE SALVADOR
 
 
 

FILHOS DE ZUMBI

 
 
Segundo Rosa M.deC. Rocha,
os negros hoje estão assumindo orgulhosos  a herança de fraternidade,
de coragem e de luta pela liberdade, deixada por Zumbi dos Palmares.
Como boa herdeira, a comunidade negra procura preservar esta herança,
 multiplicando suas lutas por meio da música,
da literatura e da formação de grupos políticos ou culturais.
 
Postura Sólida
Ilê Aiyê
 
Boboco
Eu sou da Bahia
de São salvador
símbolo da negritude
eu sou Ilê, sou nagô
meu prazer de nascer negro
se faz mais profundo
sabe porque minha cultura
propaga-se ao mundo
hoje eu sou lucipotente
e exalo
esplendor
pois meu povo não declama
verbo sofrer sentir dor
Sou África Gêge Nagô
sou África Ilê Salvador
sou África Gêge Nagô
eu sou América, Ilê Aiyê
Salvador...
 
 
 

A COR DA PELE

 
  A COR DA PELE
  
 Segundo Rosa Margarida Rocha,
"muitas são as tonalidades de pele das pessoas.
A cor da nossa pele é dada por uma subtância chamada melanina.
A pele de quem possui mais melanina é escura .
Segundo os cientistas, isso ocorre devido à necessidade
de adaptação biológica do ser humano ao ambiente.
Os povos que moram na região tropical têm pele escura, isto é,
possui mais melanina, que as protege contra a radiação ultravioleta do sol.
Por desconhecer estas verdades é que muita gente julga as pessoas
 pela cor da pele.
Pesquisas científicas sérias mostram que a cor da pele
 não tem qualquer relação com a inteligência,
bondade, responsabilidade...
O Brasil tem uma das maiores populações negras do mundo,
 embora muitos negros brasileiros teem vergonha de assumir sua cor,
devido às dificuldades que passam em função do racismo existente no Brasil."
Está na constituição Brasileira: Racismo é crime.
Leia o texto com atenção e retire dele uma frase interessante,
copie no seu comentário e dê sua opinião sobre ela(frase).

0 CABELO" FALA" POR VOCÊ

 Almanaque pedagógico Afrobrasileiro
 
Segundo Rosa Margarida Rocha,
a natureza nos deu os fios de cabelos da cabeça para nos proteger
e assim sobrevivermos.
Assim sendo, nossos cabelos não são um mero enfeite
 para nosso rosto.
No entanto, as diversas culturas os tranformaram
 em sinal de beleza e meio de expressão.
No tempo das cavernas, "os cabelos tinham uma função vital:
proteger o cérebro do calor do sol.
Nas regiões mais quentes do planeta eles tendiam a ser mais crespos
e armados, formando uma cobertura protetora.
Nas áreas mais frias e úmidas,
os cabelos lisos ajudavam a escorrer a água das chuvas.
O tipo de cabelo ( crespo, liso ou ondulado)
 depende do formato do folículo onde nasce o cabelo.
Em media, temos cerca de 100.000 fios que cobrem a cabeça
e 5 milhões de pêlos espalhados pelo nosso corpo.
São uma herança de nossos antepassados que precisavam
deles para aquecer a pele e se protegerem da chuva.
A cor dos cabelos depende da quantidade de melanina produzida.
Os cabelos pretos contém muita melanina e os louros, pouca.
Os ruivos têm essa cor em consequência de um gene especial,
responsável pela produção de um pigmento avermelhado."
Com o passar dos tempos, a moda dos chapéus e guarda-chuvas,
fez com que os cabelos virassem símbolo de beleza, marca de identidade grupal e meio de expressão artística.
Do corte baixinho e repicado, às trancinhas africanas,
pode-se manifestar muita coisa.
"Por isso, o cabelo" fala" por você!"
 
 
 
Um grupo de alunas da Escola Osvaldo Cruz
mostrando toda sua criatividade nos penteados afro.
 
 
Minhas alunas lindas e maravilhosas!!!
Elas merecem elogios não acham?
    

A PALAVRA É:

 AFRO-BRASILEIRO
 
"Adjetivo usado para referir-se à parcela significativa da população brasileira com ascendência parcial ou totalmente africana. "
IDENTIDADE ÉTNICA
 
"Conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa que a faz recenhecer-se pertencente a um determinado povo, ao qual se liga por traços comuns de semelhança física, cultural e histórica.
A identidade étnica assumida positivamente é fundamental para a auto-estima do negro e se constitui também uma estratégia necessária ao fortalecimento de seu grupo, na luta contra as injustiças sociais."
 
ETNOCENTRISMO
 
"Visão de mundo que considera o grupo a que o indivíduo pertence o centro de tudo. Elegendo-o como o mais correto
e como padrão cultural a ser seguido por todos, considera os outros, de alguma forma diferentes, como inferiores."
 
 
 
IDEOLOGIA DO BRANQUEAMENTO
 
"Conjunto de idéias que defendiam a miscigenação, com o objetivode, por intermédio dos casamentos interraciais, transformar o brasil em um país branco e, conseqüentemente, promover um processo de extinção da raça negra."